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quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

memórias literárias - 317 - O BAMBUZAL

O BAMBUZAL

317

Havia um bambuzal muito grande que ocupava quase meio quilômetro de estrada. Pássaros e animais se abrigavam nele. As pessoas também, cansadas das viagens à cavalo ou à pé, recuperavam as energias à sombra daquele bambuzal.

Um dia aquela terra foi vendida para um pecuarista que arrancou o bambuzal com todas as raízes, procurando ganhar espaço para um pasto maior onde criar seu gado.
Dez anos se passaram. A estrada estava agora sem bambuzal e sem gado, uma devastação triste e solitária. Porém, eis que ao pé da cerca surgiram umas varetas de bambu, frágeis, verdinhas e vitoriosas, fruto da luta do velho bambuzal. Alguma raiz deveria ter sobrado e ao longo de uma década tentou sobreviver e alçar sua subida à superfície. Somente agora, dez anos depois, algum sinal de vida aparecia. Mais dois anos e o bambuzal se refez completamente, com grande ramada, forte e viçosa!

Muitas pessoas são como o bambuzal: outrora eram fortes, cheias de vida, sonhos, objetivos, lutavam e venciam. Entretanto, alguma coisa arrancou as suas raízes e quis matá-las: uma doença, um desemprego, uma desavença em família, um divórcio, um negócio mal sucedido, uma herança perdida. Sentem-se arrancados e destruídos e imaginam que não há mais esperança. Porém, mesmo nessas circunstâncias, ainda há uma esperança. Há um Deus nos Céus, que enviou Seu Filho a este mundo, para ser a esperança de uma nova vida e de uma ressurreição. Diz assim a Bíblia, em João 11.25: “Eu sou a ressurreição e a vida; aquele que crê em mim, ainda que esteja morto, viverá”.

Caro irmão, procure a Jesus. Sempre há uma esperança quando depositamos a nossa confiança nele. Ele é capaz de ressuscitar-nos; Ele pode nos dar nova oportunidade e, por fim, a vida eterna. Busque-o agora, em oração, e Ele lhe ouvirá. “Cria em mim, ó Deus, um coração puro, e renova em mim um espírito reto.”(Sl 51:10)
 
obs: este texto tornou-se um folheto:

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