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segunda-feira, 16 de maio de 2016

memórias literárias - 340 - ACHO QUE PERDI


 
ACHO QUE PERDI!
340

Diz o ditado popular que: “mineiro não perde o trem” ou “paulista não perde o dia” ou ainda “galã não perde a pose”.
Mas perder coisas é geralmente muito comum.

Às vezes se compra e não se sabe onde colocou. Outras vezes perdem-se documentos. Que desespero perder a identidade, a reservista, o passaporte, ainda mais quando se está em viagem!

Alguns perdem o vestibular ou o dia da prova. Voltar para casa sem realizar a prova por ter perdido o ônibus ou o trem é lamentável, mas acontece.

Quem nunca perdeu dinheiro? Às vezes é o dinheiro da condução que estava no bolso, outras o dinheiro da prestação guardado na bolsa.

Há aqueles que perderam o crédito, pois os comerciantes não confiam mais neles. Difícil também é quando se perde a credibilidade junto à esposa, aos pais, aos amigos, por causa de uma mentira que contamos.

Mas há perdas maiores do que estas. E uma delas é quando nos olhamos no espelho e descobrimos que o tempo passou. A Bíblia, a Palavra de Deus, diz: “Lembre-se de seu criador quando você for jovem, antes que os dias ruins cheguem e você fale que não vê prazer nenhum neles” (Eclesiastes 12.1).  “De que adianta ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma?” (Mateus 16.26).

Não importa quanto tempo já passou. Ainda é tempo de recuperar o sentido da vida. Se a infância e a juventude foram perdidas com coisas sem valor, ainda há tempo de recomeçar. E não há começo mais eficaz que aquele proporcionado por Jesus Cristo no coração daquele que nele crê. Disse Jesus: “Aquele que crê em mim, ainda que esteja morto, viverá” (João 11.25).  Não importa a idade, o estado civil, a situação física ou econômica. Pode-se perder tudo, mas ainda há uma saída, que é Jesus Cristo. Disse Ele: “Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida”. (João 14.6).  Não perca mais tempo!
 
Wagner Antonio de Araújo
 
obs: este texto virou folheto:

21/04/2016

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