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quarta-feira, 13 de julho de 2016

memórias literárias - 348 - SE NÃO TIVER JESUS NA ESCRITA


SE NÃO
TIVER JESUS
NA ESCRITA
348
Posso escrever excelentes textos de aconselhamento ou de auto-ajuda; falar de coisas dignas da vida e de como construir um futuro promissor. Mas se o meu texto não tiver Jesus e Sua Palavra, de nada me valerá.
 
Posso demonstrar todo o conhecimento adquirido ao longo dos anos nas áreas de administração, psicologia, secretariado e diplomacia; posso analisar os fatos da vida, das guerras, da política e do mundo; mas se a minha análise não contemplar Jesus e Sua biografia, nada adiantará.
 
Posso descrever as situações psicológicas da humanidade, indicando análises e psicanálises de valor; posso avaliar no tempo e no espaço as razões e os motivos culturais, sócio-econômicos e cronológicos que levam a raça humana a agir como age dentro de suas gerações; mas se não olhar tudo isso sob o prisma de Jesus, nenhum significado relevante e permanente haverá.
 
Um escritor cristão precisa de Jesus. Ele não se divorcia de Cristo ao escrever os seus textos. Ele não abdica de sua fé para introduzir conceitos psicológicos ou psicanalíticos diversos. Toda a sua fala está construída sobre os valores que sedimentaram-se em seu coração pela fé que vem pelo ouvir e o ouvir a Palavra de Cristo.
 
É impossível esconder o cristianismo no texto de quem é, de fato, um cristão. Mas é impossível encontrar Cristo naquele que não o mantém nem na mente e nem no coração, só na nomenclatura (cristão) ou nos adornos e enfeites (crucifixos e paramentos). As lâmpadas acesas clareiam; as apagadas nem são encontradas, pois mantém tudo no escuro.
 
Ao final de tudo os conceitos que hoje temos de psicanálise, psicologia, administração, auto-ajuda, posições políticas e diplomacia poderão mudar, acabar, melhorar, piorar. Tudo passará.
 
Mas aquele que mantém Cristo em tudo o que faz e, principalmente naquilo que escreve, tornará os seus textos relevantes para todo o tempo em que o mundo permanecer.
 
Pois tudo passa e toda a sua concupiscência; mas aquele que escreve fundamentado em Cristo em em Seus valores terá seu texto considerado atemporal, pois fundamentado nos imutáveis valores do Senhor.
 
Obs: ofereço ao escritor que fala bonito, mas
que deixou-se seduzir pelo humanismo, esquecendo-se
do Redentor que lhe dotou do dom da escrita.
 
por Wagner Antonio de Araújo

13/07/2016

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