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segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

memórias literárias - 385 - NESTES DIAS DE INCERTEZA

NESTES DIAS
DE INCERTEZA

385
 
Nestes dias de incerteza,
Quando o ímpio é quase supremo,
quando geme a Natureza,
Busco a Deus, a quem eu temo.
 
Dele lembro dos escritos,
Santa Palavra, fiel Escritura,
Onde tudo foi predito
Para todo povo, língua e cultura.
 
Dias de dores, tempos belicosos,
Fomes e pestes, surpresa e tormenta.
Tempos proféticos, sinais estrondosos,
A humanidade toda lamenta!
 
O que esperar deste mundo ruim?
Como se portar diante de tanta injustiça?
Será que este mundo chega ao fim?
É a vitoria de toda a malícia?
 
"Por que estás abatida, oh, minh'alma?
Por que te perturbas dentro em mim?
Receba de Deus toda a calma,
E desfruta da paz, tão simples assim!"
 
Este mundo é temporário, aqui não iremos ficar.
Há um novo céu e uma nova terra, onde iremos morar.
Não há outra boa-nova, não há outra notícia importante:
Cristo é Rei, é Senhor, é real, e conosco estará a todo instante!
 
E quando as crises pressionarem o peito,
Forçarem as lágrimas a descerem pelo rosto,
Que ergamos a cabeça no mais belo pleito:
"Creio em Ti, Senhor! Não deixarei meu posto!"
 
Vitória! Vida eterna! Alegria indizivel!
Ressurreição, lágrimas enxutas, rosto jubiloso!
Reinaremos com Cristo, certeza invisível,
Viveremos para sempre em pleno gozo!
 
Wagner Antonio de Araújo

13/12/2016

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