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segunda-feira, 1 de abril de 2013

memórias literárias - 51 - JESUS - UMA VIDA SEM IGUAL


51 - JESUS - UMA VIDA SEM IGUAL
SERMÃO No. 61 –24/03/2005

SÉRIE DE CONFERÊNCIAS DA SEMANA SANTA 2005

SERMÃO 1 – JESUS – UMA VIDA SEM IGUAL


TEXTO BÍBLICO: I CORÍNTIOS 8.6:

“Todavia para nós há um só Deus, o Pai, de quem é tudo e para quem nós vivemos; e um só Senhor, Jesus Cristo, pelo qual são todas as coisas, e nós por ele.”

INTRODUÇÃO

A história do mundo é marcada por grandes vultos, homens e mulheres que influenciaram e afetaram toda a existência humana. Alguns para bem; outros para mal.

Os maus exemplos são bem conhecidos. Gente causadora de tragédias, mortes, destruição e dor. Um deles foi Adolph Hitler. Um louco, odioso e hipernacionalista alemão. Levou a Europa a banhar-se com o sangue de seis milhões de judeus na primeira metade do século vinte, não fazendo caso de crianças, velhos, senhoras, bebês. Antes, arregimentou súditos que, às suas ordens, mataram sem dó ou piedade, milhões e milhões de seres humanos.

Osama Bin Laden, mais recentemente, é outro ser execrável, inimigo da humanidade, que usa a raça e a religião para causar morte, dor e tristeza. Jovem de origem riquíssima, era amigo dos americanos, os quais lhe ensinaram muitas coisas, inclusive coisas erradas. Imbuído de interesses diversos, traiu a América e tornou-se um ser sem o menor pudor, e hoje arregimenta suicidas pelo mundo todo, para morrerem por uma causa funesta. Fundou a AL QAIDA, grupo terrorista e sanguinário, responsável pela destruição das Torres Gêmeas em Nova Iorque, dos atentados na África, na Espanha, na Europa, e só Deus sabe quantas mais serão.

Mais um péssimo modelo de ser humano, responsável pela morte de milhares e milhares de russos, foi Joseph Stalin. Um dos responsáveis pela revolução bolchevista da Rússia, foi um dos pais da União das Repúblicas Socialistas Soviéticas. Tomando o comando, tornou-se inimigo até dos seus partidários, e inventou um “expurgo”, sob o pretexto de purificar o regime. Com isso, centenas de milhares de vidas humanas simplesmente desapareceram da face da Terra. Matou-os às toneladas. Até hoje a Rússia se envergonha de ter, em sua história, um ser tão mau, um verdadeiro inimigo da humanidade.

Se, por um lado, algumas pessoas fizeram e fazem tanto mal, temos também aqueles que ornam a raça humana com sua inteligência, seu caráter, suas obras e investimentos para toda a posteridade.

Thomas Alvim Edison foi um deles. Com sua sagacidade e mente inventiva, deu passos tão preciosos, que mudaram a face da humanidade. Hoje, quando acendemos uma lâmpada em nossas casas, devemos essa invenção a esse gênio. Os microfones que aqui nos servem tão bem, e o som que está sendo armazenado num pequeno aparelho, são fruto das descobertas de Edison também. Ele poderia ter passado despercebido pela vida, mas decidiu doar-se em prol da humanidade.

O que dizer de Louis Pasteur? Ele, que em suas pesquisas descobriu um método de acabar com as bactérias do leite, fervendo-o a alta temperatura e, imediatamente, resfriando-o profundamente? Sua descoberta salvou e salva a vida de incontáveis seres humanos. Lembramo-nos de Alex Fleming, que, ao estudar o bolor, descobriu a substância chamada penicilina, que nos trata de tantas e tantas doenças, sendo o antibiótico básico para as enfermidades humanas!

Sir Winston Churchill, que foi o primeiro ministro, líder dos ingleses na Segunda Guerra Mundial, foi capaz de levantar a América e todo o Ocidente, em discursos acalorados, encorajadores, para que o nazismo fosse banido da Europa. Dificilmente teríamos o desfecho vitorioso que tivemos, não fosse a pujança, a influência, a fé que esse homem teve na vitória.

Martin Luther King, o pastor batista negro mais importante da América, conseguiu reunir em Washington, D.C., a grande e famosa Marcha Pelos Direitos Civis, e suas célebres palavras ecoam até hoje! ”Eu tenho um sonho, que um dia esta nação se levantará e viverá o verdadeiro significado de sua crença - nós celebraremos estas verdades e elas serão claras para todos, que os homens são criados iguais.”

Mas, mesmo que muitos homens tenham tido uma vida marcante, uns pela sua maldade, e outros pela sua bondade, ninguém, absolutamente ninguém, foi como nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, o Filho de Deus. Ele foi UM HOMEM SEM IGUAL, e a Sua vida foi uma vida sem igual.

Não há termos comparativos com todos os demais seres humanos. Diante de Jesus, os mais importantes vultos da história, perdem o seu significado, o seu brilho, a sua importância.

E o que fez de Jesus Cristo, nascido há dois mil anos atrás, que viveu nas poeirentas terras da Palestina, pobre, inexpressivo financeiramente, detentor de uma vida sem igual?


I – SEU NASCIMENTO FOI SEM IGUAL

Seu nascimento foi miraculoso. Sua mãe, Maria, era uma virgem, desposada com José. Segundo os costumes da época, estavam casados, mas ainda não terminara o cerimonial de casamento, faltando a fase da busca do noivo pela noiva, na casa de seus pais. Só então o casamento estaria concretizado. Maria era uma mulher pura, simples, correta, temente a Deus. Recebera o anúncio do Anjo Gabriel, de que seria a mãe do Salvador. Assustada, porém, fiel, aceitou a determinação de Deus. Sem um pai humano, Cristo teve uma mãe terrestre, mas veio do céu, através do Espírito Santo. Ninguém, em todo o Universo, em todos os tempos, é igual a Cristo!

Seu nascimento foi alvo de profecias inigualáveis. Ao longo de todo o período profético do Velho Testamento, os profetas apontavam para um dia, chamado “A PLENITUDE DOS TEMPOS”, quando o próprio Deus encarnaria o Seu Filho, fazendo-o servo, tornando-o sacrifício em prol da humanidade. Sobre o ser pré-existente, Cristo é o único ser que já existia antes de nascer. Todos nós somos formados no ventre de nossas mães, mas Cristo é o autêntico “homem que veio do Céu”.

A celebração de seu nascimento foi sem igual, pois até o Céu explodiu em folguedos de alegria, pela encarnação do Verbo de Deus. Magos do Oriente viram a Estrela, a brilhar sobre o bebê recém-nascido, e conseguiram se orientar por meio dela. Pastores no campo receberam a visita de um anjo, a proclamar que Cristo nascera, e, imediatamente, um coral angelical entoou a primeira cantata, celebrando o maior fato de todos os tempos. Profetas e sacerdotes, no templo, receberam de Deus a indicação que o bebê, ora apresentado pelos pais, era o Messias de Israel. Qual ser humano contou com todos esses fatos?


II – SEU DESENVOLVIMENTO FOI SEM IGUAL

Cristo foi uma criança como todas as demais, desenvolvendo-se normalmente, um filho normal, uma criança obediente e submissa. Entretanto, desde pequeno, era alguém especial. Aos doze anos, levado a Jerusalém, acaba deixando os seus pais voltarem sozinhos para casa, os quais só o descobrem três dias depois, ainda em Jerusalém. E o que fazia? Falava sobre a Palavra de Deus! Os velhos mestres, os judeus piedosos, estavam impressionados de ver tanta sabedoria e conhecimento, numa simples criança camponesa! Ao receber a reprimenda da mãe, anunciou enfaticamente “Por que me procuráveis? Não sabíeis que era necessário cuidar dos negócios de Meu Pai?” (Lucas 2.49) Certamente seus pais não entenderam essa afirmação, mas Cristo foi humilde, sendo-lhes submisso, o que trouxe grande impressão a José e Maria.

O evangelista Lucas, depois e acurada pesquisa, conclui numa célebre frase, o que 30 anos de vida demonstrava a todos quantos viam a Jesus: E o menino crescia, e se fortalecia em espírito, cheio de sabedoria; e a graça de Deus estava sobre ele. (Lc 2:40). E mais: E crescia Jesus em sabedoria, e em estatura, e em graça para com Deus e os homens (Lc 2:52).

III – SEU MINISTÉRIO FOI SEM IGUAL

Aos trinta anos Jesus deu-se a conhecer ao mundo. Segundo o Pr. Rubens Lopes, saudoso e primoroso pregador do Evangelho, “para cada ano de ação, houve dez de preparação”. Cristo estava pronto a exercer o ministério, o serviço, para o qual fora designado pelo Pai: pregar o Reino de Deus, curar os enfermos, trazer vida aos mortos, e morrer pela humanidade!

Seu ministério não teve precedentes em toda a história humana. Ele não buscava luxo, nem tampouco sofrimento. Cristo não buscava fama, e também não suplicava pelo anonimato. Seu trabalho e serviço estava focado no homem e em sua necessidade espiritual. Em conseqüência disso, Ele não apenas curava o corpo das pessoas, mas transformava os seus corações.

Cristo pregava a Palavra de Deus. Pregava às multidões, como no Sermão da Montanha, ou aos apóstolos que escolhera, explicando-lhes parábolas (como, por exemplo, a do semeador). Mas Ele também tinha tempo para falar com uma mulher samaritana, ou visitar um publicano como Zaqueu. Cristo tinha tempo para gastar com o perdão a uma mulher adúltera, ou para responder às indagações dos mestres da Lei. Para Cristo, ninguém era ninguém; todos eram alguém para Ele.

Seu ministério não era só de palavras, mas de ação. Ele curava. Os cegos enxergavam. Os mudos falavam. Os possessos eram libertados. Os coxos passavam a andar. Mães com filhos mortos os recebiam de volta, dada a compaixão de Cristo. E, tão importante quanto tudo isso, Cristo orava. Foi na oração que Ele encontrou forças, encontrou consolo, encontrou a direção e a sabedoria para tomar as decisões certas.


IV – SUA MENSAGEM FOI SEM IGUAL

Numa época em que a antiqüíssima Lei de Talião, antigo rei da Babilônia, exigia “dente por dente e olho por olho”, Cristo ousou falar o “Eu, porém, vos digo”. Baseando seus ensinamentos na Lei Mosaica, tanto no Torah (a Lei), quanto no Talmude (os comentários e tradições da Lei), Jesus reinterpretou o pecado. Se, por um lado, pecar era fazer ou deixar de fazer, na interpretação do Mestre por excelência, pecado era a própria intenção, e precisava de remédio. Assim, não era apenas matar que era pecado, mas odiar. O adultério não era o ato em si, mas a intenção de cobiçar quem era do próximo.

Seus ensinos foram sem igual. Conquanto falasse de coisas tão profundas, que dois mil anos de história da igreja ainda não conseguiram esgotar os comentários a respeito dos seus ensinamentos, Cristo falava de forma simples, para que o povo simples compreendesse. Ele não tinha o objetivo de complicar a cabeça das pessoas, mas de tornar a Lei de Deus clara e praticável. Assim, ao invés de dar conceitos difíceis sobre fé, Cristo faz uso de um simples grão de mostarda, e diz que se a nossa fé for daquele tamanho, já teremos poder suficiente para tirar montanhas do caminho. Jesus compara a alegria de encontrar o Reino dos céus ao gozo de se achar uma ovelha perdida ou uma moeda que caiu no assoalho. Ao falar da eternidade, Jesus diz que aquele que não se prepara, é como o homem próspero, que morre e deixa o celeiro cheio, mas a alma perdida. Jesus fala da eternidade com tamanha simplicidade, que transforma o Céu num bairro, e a presença pessoal de cada salvo numa morada, e promete morada para todos os que crêem. Fala de ressurreição, de perdão, de bondade, de fé, de amor.

Suas palavras foram profundas, ao ponto de deixarem boquiabertos os mestres da Lei, que tentavam encontrar motivos de que o acusar. No entanto, quanto mais o testavam, mais se surpreendiam. Quanto tentaram tirar dele uma declaração de que não dever-se-ia pagar impostos, Ele afirmou: “Daí a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus” (Lucas 10.25). Ao perguntarem-lhe qual o maior mandamento, trouxe à tona a “regra de ouro”: “Amar a Deus sobre todas as coisas, e ao próximo como a si mesmo” (Lucas 10.27), e deixou os escribas felizes e perplexos, pois, quanto mais tentavam desmenti-lo, tanto mais o admiravam!

Há muitos livros no mundo. As bibliotecas estão abarrotadas de textos e mensagens. Mas nenhuma mensagem supera a mensagem de Cristo, cujos ensinamentos não transformam homens simples em homens-bomba, ou cidadãos honrados em justiceiros com as próprias mãos. Aonde o Evangelho chega, chega também a prosperidade, a graça, o perdão, o amor, a fé, a fidelidade, a pureza, a candura, a alegria. A mensagem de Cristo é um remédio, é o elixir da longa vida, é o verdadeiro bálsamo curador! Curadas as fontes, curadas ficarão as águas; quando a mensagem cura o coração, a vida humana se transforma, por conseqüência.


V – SEU SACRIFÍCIO FOI SEM IGUAL

Por mais que procuremos entender o propósito eterno do Pai, nunca compreenderemos na totalidade a maldade do coração humano. Como puderam conduzir Cristo ao martírio cruento, ao sofrimento indizível, à crucificação horrenda? Entretanto, se fôssemos nós que lá estivéssemos, não teríamos sido melhores do que eles, porque somos pecadores, somos maus em nosso íntimo, e não agiríamos diferentemente.

Cristo foi preso. Sua prisão foi um ato de traição. Quis Judas Iscariotes provocar o guerreiro e soberano que havia no peito de Cristo. Desconhecia, entretanto, que o Seu império, que não terá fim, não é feito de revoltas, mentiras e subornos, mas de conversão, transformação, paz e verdade. Judas vendeu a Cristo. E, por mais triste e com remorsos que tenham sido os seus últimos momentos, não teve Judas o arrependimento, que certamente poderia ter-lhe dado uma chance. Ele viu o Salvador sofrer.

Inúmeros filmes e peças teatrais são exibidos nesta época, retratando o que se passou naqueles dias horríveis do martírio do Senhor. Seu martírio foi físico, moral, espiritual, emocional.

Sua dor foi tremenda, porque Cristo não sofria merecidamente. Cada um de nós, pecador que somos, merecíamos o castigo. Entretanto, nos dizeres de Pilatos, que rendeu-se ao populacho que pedia a sua crucificação, “Este, que mal fez?” (conforme Marcos 15.14).

A dor de Cristo fora tão grande, que, momentos antes de ser preso, Ele orava pedindo ao Pai para passar dele esse cálice, mas que o Pai mantivesse Seu plano, caso não fosse possível passá-lo. E, por não ser possível alterar o propósito eterno, seu sofrimento foi tão intenso e grande, que Cristo suou sangue, e foi preciso um anjo do céu para fortalecê-lo, pois poderia ter falecido antes da hora (conforme Lucas 22.44). A mesma população que clamava em alta voz uma semana antes, dizendo: “bendito o que vem em nome do Senhor!”, conforme João 12.13, era a mesma que agora clamava, incitada pelos fariseus: “crucifica-o! Crucifica-o!” (Lucas 23.21). Como somos pecadores, mesquinhos, insensatos, volúveis! Cristo estava sofrendo, e foi por mim! Foi por você!

Sofria espiritualmente, porque as labaredas do Inferno chamuscavam Seus pés divinos. Até o Pai escondera momentaneamente a graça da comunhão, por um instante, tendo em vista que Cristo estava com todos os nossos pecados sobre suas costas! “Mas ele foi ferido por causa das nossas transgressões, e moído por causa das nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados.”  (Is 53:5)

Aquela cruz não era dele. Aquela cruz era minha. Eu é quem merecia estar lá. Mas Ele tomou o meu lugar. Ele assumiu a minha culpa. Ele levou sobre si os meus pecados. O que poderei eu fazer, em gratidão por tamanho amor?


VI – SUA RESSURREIÇÃO FOI SEM IGUAL

Morto por tamanho sofrimento, e sepultado num túmulo escavado na pedra, a morte não podia conter o próprio Autor da vida. Hospedando-o por três dias, não foi capaz de suportar a presença do próprio Deus, e vomitou-o do túmulo, derrotada, vencida e declarada inferior. Na manhã do terceiro dia, antes que o dia raiasse, a enorme pedra na boca do túmulo foi rolada por um anjo, e a mesma voz do “sai para fora” tirou Cristo da sepultura, trazendo-o à vida, e agora com um corpo incorruptível, carne e ossos, transformado, vitorioso, glorificado.

Os grandes homens, que citei de início, morreram, e seus túmulos estão lá, atestando que não puderam superar o mau derradeiro. Martin Luther King, Fleming, Pasteur, Edison, e tantos outros, foram maravilhosos, mas morreram e continuam mortos. Os líderes religiosos, fundadores de religiões, também morreram e foram sepultados ou cremados: Allan Kardec, Maomé, Confúcio, Budha, Zarur e todos os outros.

Mas esse homem, JESUS CRISTO, o Filho do Deus vivo, um homem sem igual, não está morto, mas ressurgiu, e sua sepultura aberta e vazia atesta para o mundo e a história, de que Ele é o Senhor da vida, o Senhor da morte, o Rei dos reis e o Senhor dos senhores, o único em quem podemos confiar, o único a quem podemos confiar a nossa alma, pois nEle não há morte, Ele venceu e vive!

CONCLUSÃO

Cristo teve uma vida sem igual. O seu nascimento, o seu desenvolvimento, o seu ministério, a sua mensagem, a sua morte e ressurreição, atestam para um ser acima de todos os seres, um ser celestial, diferente, sui generis, Todo-Poderoso.

É isso que nos faz proclamar a Sua mensagem. É isso que nos faz anunciar hoje, em todos os lugares do mundo, que Jesus Cristo é o único que pode salvar o homem de Seus pecados e garantir-lhe a vida eterna! Foi Ele quem disse: “Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim, ainda que esteja morto, viverá” ; (Jo 11:25). Também afirmou: “Na verdade, na verdade vos digo que quem ouve a minha palavra, e crê naquele que me enviou, tem a vida eterna, e não entrará em condenação, mas passou da morte para a vida.”  (Jo 5:24). E também: “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.” (Jo 3:16)

Dê hoje o seu coração para Jesus Cristo. Receba-o pela fé. Reconheça-o Senhor e Salvador. Reconheça-se pecador e indigno. Reconheça-se carente da graça do Senhor. A bíblia diz que devemos confessá-lo com coragem, publica e interiormente. Assim ela diz: “E digo-vos que todo aquele que me confessar diante dos homens também o Filho do homem o confessará diante dos anjos de Deus.” (Lc 12:8). A salvação vem pela fé, e a fé na Palavra de Deus.

Confesse Jesus Cristo como seu único e suficiente Salvador, hoje!

 Wagner Antonio de Araújo

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