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quinta-feira, 13 de julho de 2017

memórias literárias - 471 - A BENIGNIDADE - SÉRIE: O FRUTO DO ESPÍRITO

A BENIGNIDADE
 
Série: O FRUTO
DO ESPÍRITO
 

 471
 

Olá! Aqui é o Pastor Wagner Antonio de Araújo
Encontramos o seguinte texto na Palavra de Deus: Mas o fruto do Espírito é: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, domínio próprio. (Gl 5:22)
 
Já meditamos sobre o que significa fruto do Espírito e os quatros primeiros gomos deste fruto: amor, alegria, paz, longanimidade. Hoje falaremos sobre o quinto: benignidade.
Em nossa lista sobre o fruto do Espírito temos dois gomos de atribuições muito parecidas: benignidade e bondade. A diferença entre os dois é que o primeiro, a benignidade, diz respeito à intenção do bem que fazemos, e bondade fala sobre os atos de bondade praticados. Benignidade é o motivo, a razão que nos leva a praticar a bondade.
 
Como inconversos e pecadores, somos egoístas por natureza. Queremos tudo para nós. Quando bebês somos ávidos em tomar os brinquedos do outro e dizer: “é meu, é meu!”. Conforme o tempo passa, encontramos esse mal ampliado e desenvolvido em nossas práticas. Queremos a namorada do outro, o tênis do outro, a vida que o outro tem. Se estivermos numa fila, não titubeamos em pegar o melhor lugar; dificilmente cederemos para alguém, principalmente se não houver público ou necessidade mortal.
 
Quando nos convertemos, tudo muda. Somos transformados em servos do Senhor e, portanto, servos uns dos outros. Porque eu vos dei o exemplo, para que, como eu vos fiz, façais vós também. (Jo 13:15). Somos conduzidos a desejar o bem dos outros e a fazer as coisas pelo bem do outro, não para nós mesmos. Há atos bons que são feitos visando algo que nos beneficie: a nossa bondade pode abrir portas, gerar indicações, fazer amigos influentes etc. Todos gostam de bajular quem possa lhes beneficiar. Mas quando temos a benignidade no coração não fazemos mais as coisas com esse tipo de pensamento. Fazemos o bem pelo bem do próximo, sem esperar dele qualquer coisa. As nossas motivações são boas: os nossos motivos louváveis; as nossas intenções honradas. Não temos o desejo do mal ou de prejudicar a outrem. Pelo contrário, pagamos o mal com o bem. Não te deixes vencer do mal, mas vence o mal com o bem (Rm 12:21). Não preparamos ações para destaque, para mostrar piedade aos outros ou enaltecer a nós mesmos. Pelo contrário, buscamos a privacidade e o sigilo, pois o propósito é só fazer o bem, não exaltação pública. Mas, quando tu deres esmola, não saiba a tua mão esquerda o que faz a tua direita; (Mt 6:3)
 
Por fim, benignidade nos identifica com Jesus, cujo coração foi movido por íntima compaixão de nós: trouxe-nos a mensagem, a salvação, o perdão e a vida eterna. E nós não merecíamos! Benignidade é isto: amar primeiro. Nós o amamos a ele porque ele nos amou primeiro. (1Jo 4:19)
 
Tem o seu coração benignidade? Pois saiba que Cristo pode transformar a sua mente por completo, mudando as suas intenções, fazendo de você um autêntico cristão. Por que não receber esta dádiva hoje?
 
Que Deus nos abençoe!

Wagner Antonio de Araújo
06/07/2017
 
(mensagem especialmente preparada para a EBAR - Escola Bíblica do Ar, à convite de sua diretora, irmã Ana Maria Suman Gomes).


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